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Pix gerado não é venda: onde o infoproduto deixa dinheiro na mesa

Entre o clique no botão de compra e o dinheiro na conta existe um buraco. Como a gente trabalha a recuperação numa operação de infoproduto.

Celular com um QR code de pagamento na mesa de um criador de cursos, com notebook e ring lightImagem ilustrativa

Numa operação de infoproduto, o painel do checkout costuma mostrar um número animador: quantos Pix e boletos foram gerados. Só que Pix gerado não é venda. Entre gerar e pagar, uma parte das pessoas desiste, esquece ou fica com uma dúvida que ninguém respondeu.

Onde a venda escapa

  • Pix e boleto que vencem sem pagamento.
  • Carrinho abandonado no meio do preenchimento.
  • Cartão recusado e a pessoa não tenta de novo.

Em todos os casos a pessoa já tinha decidido comprar e parou no meio do caminho.

Como a gente monta a recuperação

  • O aviso sai do checkout: cada evento (Pix gerado, vencido, cartão recusado) chega na hora em que acontece.
  • A conversa vai pelo WhatsApp oficial, com uma mensagem diferente pra cada situação. Quem teve o cartão recusado não precisa ouvir o mesmo que quem esqueceu o Pix.
  • A dúvida é respondida, e o link novo vai na mesma conversa.
  • Cada recuperação cai no CRM com a origem, pra você saber quanto voltou e por qual caminho.

O que medir

Não meça só quantas mensagens saíram. Meça quantas vendas voltaram, contadas pelo checkout e não pela conversa. E veja em qual situação a recuperação funciona melhor. Normalmente é aí que vale caprichar primeiro.

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